DIÁRIO DE UMA MAMÃE: OS PRIMEIROS MESES

19:03:00

Olá meninas! Como estão? E lá vamos nós para mais um post da série #DiárioDeUmaMamãe. Sei que não segui a regra de postar todos os meses, mas particularmente acho muito chato. Principalmente porque eu poderia passar dias escrevendo sobre meu príncipe e nunca teria fim! Hoje escolhi compartilhar com vocês como foram os três primeiros meses do Joaquim, afinal, emoções não faltaram neste período. Com certeza foram os 92 dias intensos da minha vida e se tivesse chance de voltar atrás viveria tudo outra vez.


Quando ouvimos dizer que quando nasce um bebê, nasce uma mãe, uma família, um novo mundo e de certa forma, nós renascemos, é a mais absoluta verdade. Durante os nove meses de gestação sempre me preocupei em como cuidar do meu filho, tive dúvidas, medo, angústias, mas incrivelmente tudo passou quando tive ele em meus braços, foi mágico!

Não vou dizer que foi muito fácil, mas ao contrário de tudo que pensei não foi um bicho de sete cabeças. Acredito que quanto menos frescuras tivermos, melhor as coisas tendem a fluir e por aqui foi assim. Tirando as visitas da família e a presença do marido após o trabalho, eu ficava durante o dia todo sozinha com o Joaquim. Sim, SOZINHA! E digo em caps lock mesmo porque me orgulho disto. Ele é uma criança abençoada, teve pouquíssima cólica e o choro de início era pelo leite materno não estar sustentando, mas resolvemos este problema rapidinho acrescentando Aptamil. E sem neuras viu mamães? Queria muito apenas amamentar, mas o mais importante era ele não passar fome e crescer saudável. As cólicas também resolvi tratando com colikids e simeticona, o primeiro ele tomou por apenas um mês e o simeticona ele ainda toma quando o intestino fica preguiçoso.


Como disse, nem tudo são flores então também tive problemas emocionais. De acordo com meu GO é normal, uma vez que nesta fase tudo é novo em nossa vida, temos um mundo novo em nossas mãos, um bebê para cuidar, muitas vezes os afazeres da casa e o mais complicado, adivinhar o que eles estão sentindo. Chorei muitas vezes em silêncio para meu marido não ver, me sentia incapaz, tinha medo de estar fazendo tudo errado, mas decidi que não poderia continuar daquele jeito. O Joaquim merecia uma mãe equilibrada e disposta a cuidar dele a qualquer hora do dia, não podia me dar ao luxo de passar a tarde chorando.

Acredito que muitas de vocês passaram por isso e não temos motivo pra ter vergonha de falar. Eu sofri sim, tive medo, tristeza, mas graças a Deus e a minha coragem esta fase durou pouco. Com dois meses nossa vida já estava organizada, Joaquim já tinha criado sua rotina, seus horários, dormia bem, as cólicas diminuíram, estava alimentado e o mais importante é que eu tenho certeza que fiz e continuo fazendo o meu melhor!

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