DESFRALDE

12:31:00


Se tem um assunto que rende nas rodinhas maternas é este, DESFRALDE! E antes que me perguntem, sim, o Joaquim ainda usa fralda e eu não tenho vergonha de dizer que a culpa é minha,  afinal, quem ainda não conseguiu fazer com que ele aceite usar o pinico ou o vaso sanitário fui eu! 

Mas na real? Não estou preocupada com isso e também não o apresso para que deixe logo as fraldas e assim passe a economizar. Cá entre nós, acho ridículo as mães que apressam os filhos apenas por pensar exclusivamente na economia e não no bem estar da criança. Acho que ele precisa sim deixar a fralda, mas obviamente no tempo dele, quando ele se sentir a vontade para isso

Fico imaginando que se para nós adultos tantas coisas são difíceis, imagine só para uma criança de apenas 2 anos e 3 meses? É totalmente admissível que ele tenha suas dificuldades e que ainda não compreenda a maioria das coisas. Até porque o vaso sanitário é mais um estranho em sua vida e é super ok um pouco de pânico no primeiro contato.

Hoje estou desprendida e sem pressa. Já ouvi da minha mãe várias vezes que já passou da hora. Ouvi do marido que isso é minha obrigação. Ouvi mães de amiguinhos que também passam pela mesma dificuldade, mas também ouvi mães se gabando por ter tirado o filho da fralda com 1 ano e meio e outras totalmente tranquilas por ter tirado com 3 anos. Ufa! Cada caso um caso né mamães? E, principalmente, cada criança é de um jeito.

Sobre os dois questionamentos familiares de "passou da hora" e "ser minha obrigação", eu entrei em uma fase "good vibes" em que tento não me estressar mais com esses comentários. Não existe essa de passar da hora e muito menos ser obrigação da mãe. É claro que fico mais tempo com o Joaquim, mas ele é menino e acho sim que o pai pode e deve ajudar nesta fase. Odeio essa regra idiota de colocar regras e limitar tudo a função da mãe!

A única regra que eu realmente aderi foi a de esquecer o assunto até o fim do inverno, isso porque li e ouvi de muitas pessoas que é mais difícil tirar a fralda. Então estou aqui na luta diária, torcendo mentalmente para que ele consiga se apaixonar pelo pinico e claro, trabalhando diariamente o psicológico dele de maneira sutil, incluindo dar tchau pro xixi e pro cocô. Quem nunca né mamães?

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